pensamentos correntes, pensamentos pendentes

Quinta-feira, Outubro 01, 2009

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A vida, ai a vida...
Defino-me genuinamente céptico, e pessimista, para evitar possíveis desilusões. (o que não me coíbe de correr os meus riscos). Confesso que não acredito em grandes surpresas na vida. Digo isto sem o mínimo lamento, digo como quem constata o óbvio. Acredito (tal como sempre a vida me ensinou), que tudo se consegue com trabalho e esforço.

E de repente a vida ainda tem algumas na manga, e algo verdadeiramente inesperado e surpreendente acontece. Afinal ainda é possível espantar-me... É algo do género desta área da Flauta Mágica de Mozart. No meio do nada, surge algo, em que simplesmente se fica sem palavras...

Sábado, Setembro 05, 2009

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Porventura, o épico de Tarantino...
Casting perfeito, realização sublime...


Imagem tirada daqui

Terça-feira, Julho 28, 2009

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Para (re)-começar, vamos começar com uma playlist... Ou não será aquilo que ouvimos (como aquilo que lemos, que vemos, que comemos) aquilo que nos define?:

YACHT - Summer Song


Terça-feira, Julho 07, 2009

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Este blog esteve como que hibernado. Esteve a ganhar inspiração e força apara escrever. Prevejo um acordar rabugento, mas lá para o meio da tarde pode ser que a disposição melhore...


PS - imagem daqui...

Quinta-feira, Junho 11, 2009

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photo by dholbster



Porque não há fundo melhor que um céu azul

Sábado, Maio 09, 2009

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Às vezes, como se tivesse sido atingido por um relâmpago, caio em mim e verifico que ando a dar importância às coisas erradas. Depois passa, largo-me e volto ao mundo...

Picture by me...

Quinta-feira, Abril 16, 2009

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“Gradualmente, acabaremos por tornar-nos indiferentes ao que se passa na cabeça das outras pessoas à medida que formos adquirindo um conhecimento adequado da natureza fútil e superficial dos seus pensamentos, da estreiteza das suas opiniões, da torpeza dos seus sentimentos, da perversidade das suas opiniões e da quantidade de erros em que incorrem… Veremos então que quem atribui muito valor às opiniões dos outros lhes estará a reconhecer uma importância que não merecem”

Arthur Schopenhauer